
Já se sentiu sozinho, embora cercado por 6 milhões de habitantes?
Sabe como driblar a solidão?
Como se distrair sozinho?
Ocupar a mente pra esquecer que está sozinho?
Êta! Quem tiver a receita, por favor, me indique.
Sei que com o correr do período muito provavelmente me ocuparei com textos, resumos, resenhas, seminários, relatórios, etc, etc, etc e tal.
Mas agora vivo a tristeza da desocupação (rs).
A questão toda é que embora ocupada com algumas atividades, não tem muita graça se não tiver com quem trocar. Outro ser humano. Gente. Afeto. Amor. Carinho.
Já deveria ter me adaptado à cidade nova.
Mesmo preferindo esse novo ritmo de vida e de me deslumbrar com as novidades, minha carência anda soando mais alto. Diz lá no fundo um vozinha em minha cabeça:
--- Lorena, o que você ta fazendo aqui? Lorena? Loreeeeeeeeeeena!!! (rs).
Sei lá, eu diria pra mim.
Sei lá!
O engraçado é que quando alguém questiona isso, a resposta sai rápida e naturalmente pela minha boca. E algumas vezes pessoas até reforçam pra mim aquilo que um dia eu dei a elas como resposta. Ouço e passo também à acreditar (rs). Talvez seja por isso que não tenha desistido de toda essa aventura ainda.
Mas confesso que, embora hoje esteja triste e por isso desabafando num papel, toda essa que eu chamei de aventura tem me ensinado muito.
Coisas que antes se encontravam abstratas em minha cabeça, compostas por apenas teorias, tomaram forma concreta, como por exemplo, Guacira Louro (rs). AHHHHHH!!!! Pude vê-la, ouvi-la e até tocaaaaaaaaaaaaaa-la (rsrs). É isso meeeeeeeeeeeeeeesmo! (rsrs) Fui super tiete e até pedi pra tirar uma foto com ela. (he, he, he) Mas isso não foi mais sensacional do que todo discurso dela em torno do assunto “sexo, gênero e sexualidade na escola”. Muuuuuuiitooo booom!!! Êta experiência!
Me sinto melhor depois de escrever tudo isso, catei minhas ultimas moedinhas e vim numa lan publicar meu drible à solidão (rsrs).